quarta-feira, 24 de abril de 2013

Prof. Dr. Fernando Seixas indicado para a PUSPLQ


A Prefeitura do Campus USP “Luiz de Queiroz” informa que o

Prefeito
Prof. Dr. Fernando Seixas foi indicado pelo Magnífico Reitor para exercer a
função de Prefeito de Campus USP “Luiz de Queiroz”, conforme publicação
no Diário Oficial do Estado, em 20.04.2013. (fonte PUSP-LQ)

FERNANDO SEIXAS CONCLUIU O DOUTORADO EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES [S.CARLOS] PELA UNIVERSIDADE DE SAO PAULO EM 1992. ATUALMENTE E PROFESSOR ASSOCIADO DA UNIVERSIDADE DE SAO PAULO E FOI CHEFE DO DEPARTAMENTO DE CIENCIAS FLORESTAIS ENTRE 2002 E 2006. PUBLICOU 39 ARTIGOS EM PERIODICOS ESPECIALIZADOS E 35 TRABALHOS EM ANAIS DE EVENTOS. POSSUI 3 CAPITULOS DE LIVROS E 1 LIVRO ORGANIZADO. PARTICIPOU DE 5 EVENTOS NO EXTERIOR E 27 NO BRASIL. ORIENTOU 5 DISSERTACOES DE MESTRADO E CO-ORIENTOU 1, ORIENTOU 2 TESES DE DOUTORADO E CO-ORIENTOU 1, ALEM DE TER ORIENTADO 7 TRABALHOS DE INICIACAO CIENTIFICA NA AREA DE RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTAL. RECEBEU 13 PREMIOS E/OU HOMENAGENS. ATUA NA AREA DE RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTAL, COM ENFASE EM COLHEITA FLORESTAL. EM SUAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS INTERAGIU COM 44 COLABORADORES EM CO-AUTORIAS DE TRABALHOS CIENTIFICOS. EM SEU CURRICULO LATTES OS TERMOS MAIS FREQUENTES NA CONTEXTUALIZACAO DA PRODUCAO CIENTIFICA, TECNOLOGICA E ARTISTICO-CULTURAL SAO: COLHEITA DE MADEIRA, MECANIZACAO FLORESTAL, MAQUINAS FLORESTAIS, ERGONOMIA, COMPACTACAO DO SOLO, TRANSPORTE DE MADEIRA, TRANSPORTE FLORESTAL, ENGENHARIA FLORESTAL, ESTRADA FLORESTAL E EXPLORACAO FLORESTAL. fonte: Plataforma Lattes  

Certificado pelo autor em 25/03/2013

terça-feira, 9 de abril de 2013

10 atitudes proibidas no trabalho em equipe

Especialistas enumeram os principais equívocos que os profissionais podem cometer e comprometer os resultados de toda a equipe
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São Paulo – A máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional.
É que a capacidade de trabalhar bem em equipe tem sido uma das habilidades comportamentais mais valorizadas pelos recrutadores. Por isso perguntas com foco nesta competência são frequentes nas entrevistas de emprego.
“É muito importante porque uma equipe ruim pode destruir uma empresa”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Aumento de custos, erros constantes são alguns dos prejuízos ocasionados por uma equipe que não trabalha bem junta.
Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais são os principais erros que os profissionais cometem e que podem comprometer todo o trabalho de uma equipe. Confira:

1 Ser inflexível e não transparente na comunicação
“Um dos principais erros é a pessoa se comunicar da mesma forma com todo mundo”, diz Marcia Rezende, diretora do Instituto de Thalentos. Conforme ela explica, comunicar-se bem não é simplesmente falar bem. “É preciso ter flexibilidade na comunicação e vontade de compreender o outro”, explica.
“É algo relacionado à empatia. Se uma pessoa é mais delicada o ideal é ser mais sutil na comunicação, com alguém mais focado em fatos e dados é melhor ser mais objetivo”, diz Meiry.
A transparência também é palavra de ordem no trabalho equipe. “É importante que a equipe saiba quais são as condições e as limitações do seu trabalho”, diz Márcia.
2 Não alinhar o objetivo
Cada participante tem uma meta individual. Um quer ganhar dinheiro, outro está em busca de reconhecimento profissional ou de uma promoção. Mas se essas pessoas não encontram um objetivo em comum que mova a equipe, todo o trabalho pode ser comprometido, segundo Marcia. “Uma equipe desalinhada custa para a organização”, diz.
Isso acontece uma vez que o trabalho em equipe só funciona quando os participantes têm um objetivo em comum. “Em neurolinguística é o que chamamos de metaobjetivo, está acima dos objetivos pessoais”, diz a especialista.
3 Comprometimento zero
Um participante não comprometido vai prejudicar os resultados atingidos por toda a equipe. “Sem valores e objetivos alinhados, a chance de faltar comprometimento é alta porque o trabalho precisa fazer sentido para o profissional”, diz Marcia.
4 Falta de planejamento e de respeito a prazos
Sem participantes focados e com planejamento nenhuma equipe vai para frente. É importante que as prioridades sejam dadas e que cada um saiba muito bem qual o seu papel dentro da equipe e siga à risca o que foi definido, na opinião de Márcia. “É preciso saber o que é urgente, o que é prioritário e respeitar os prazos”, diz a especialista.
5 Criticar um participante na ausência dele
Descontente com a atitude de um dos colegas de equipe, o profissional reclama dele para as outras pessoas. Pode até parecer inofensivo, mas não é, segundo Meiry. “Gera um mal estar tremendo”, diz a consultora. “Falar diretamente é muito melhor porque reduz a interferência e dá a chance de a pessoa receber um feedback sobre as suas ações”, explica.
6 Desvalorizar o trabalho do outro
Em mercados cada vez mais competitivos, a tendência é valorizar demais o trabalho individual dentro da equipe e ignorar ou desvalorizar o esforço dos outros participantes. “Com a competitividade como pano de fundo, este é um erro comum”, diz Meiry. Lembre-se de que uma postura assim transmite a imagem de arrogância.
7 Não assumir erros
Certamente uma pessoa assim já deve ter cruzado o seu caminho. Ótimos em apontar o dedo e denunciar o erro alheio e péssimos na hora de assumir seus próprios equívocos. “Se alguém da equipe erra, o certo seria que o erro fosse encarado como sendo de todos, mas infelizmente a realidade não é essa”, diz Meiry.
8 Ignorar as regras estabelecidas pela equipe
Respeito às diretrizes é essencial, mas nem todo mundo faz isso. “Muitas pessoas acabam ignorando as regras e fazendo as coisas do jeito que elas acham melhor”, diz Meiry.
A resistência geralmente está ligada à adoção de novos processos, procedimentos e sistemas. “As pessoas têm dificuldade em se adequar”, dizMeiry.
9 Desequilíbrio emocional
Tomar feedbacks negativos como perseguição pessoal, melindrar-se diante de críticas construtivas, perder a calma e apelar para gritos e grosserias. Estes sintomas podem indicar que o profissional peca em relação ao equilíbrio emocional, segundo Meiry.
Além de ser prejudicial ao andamento do trabalho de toda a equipe, há o risco de essa pessoa acabar isolada.
10 Não aceitar as diferenças
Entender que a heterogeneidade de uma equipe é um aspecto a ser valorizado nem sempre é comum. “Entender e respeitar as diferenças é essencial, mas muita gente quer moldar as pessoas de acordo com seu ponto de vista”, diz Meiry.
É claro que os embates vão acontecer, mas tentar entender os outros é o caminho correto na hora de solucionar conflitos e construir alianças. “Negociação é fundamental”, lembra Márcia.


quarta-feira, 3 de abril de 2013