sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Anunciado o novo Vice-Prefeito de Campus USP “Luiz de Queiroz”

Silvio Moure Cicero








  • fonte:lattes


Silvio Moure Cicero concluiu o Curso de Agronomia na Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ), Universidade de São Paulo (USP), em julho de 1973. Obteve os títulos de Mestre em Fitotecnia em maio de 1976 e o de Doutor em Agronomia em julho de 1979, ambos pela ESALQ/USP. O título de Professor Livre-Docente, pelo Departamento de Agricultura e Horticultura da ESALQ/USP, foi obtido em outubro de 1987 e o de Professor Adjunto, pelo Departamento de Agricultura da ESALQ/USP, em setembro de 1988. Em janeiro de 1996, obteve o título de Professor Titular do Departamento de Agricultura da ESALQ/USP, cargo que ocupa atualmente na Universidade de São Paulo. A sua principal área de atuação como professor e pesquisador da Universidade de São Paulo, é a de Tecnologia de Sementes. Publicou 122 artigos completos em periódicos científicos, 7 artigos completos em anais de reuniões científicas, 192 artigos resumidos em periódicos científicos e em anais de reuniões científicas. Possui 10 capítulos de livros e 3 livros publicados. Participou, com apresentação de trabalhos, de 72 eventos científicos no Brasil e no exterior. Orientou 23 dissertações de mestrado, 22 teses de doutorado e supervisionou um programa de pós-doutorado, além de ter orientado 41 trabalhos de iniciação científica, todos na área de Tecnologia de Sementes. Entre 1995 e 2013 coordenou 38 projetos de pesquisa; atualmente coordena 10 projetos de pesquisa. Em seu currículo Lattes os termos mais freqüentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: qualidade de sementes, tecnologia de sementes, qualidade fisiológica de sementes, análise de sementes, tratamento químico de sementes, produção de sementes, vigor de sementes e e análise de imagens em tecnologia de sementes. Entre as principais atividades administrativas já desenvolvidas, podem ser destacadas: Chefia do Departamento de Agricultura da ESALQ/USP; Presidência da Comissão de Cultura e Extensão Universitária da ESALQ/USP; Substituição do Pró-Reitor de Cultura e Extensão Universitária da USP; Presidência da Comissão de Administração, Orçamento e Patrimônio da ESALQ/USP; Presidente da Comissão Coordenadora da Estação Experimental de Jaú, pertencente à Universidade de São Paulo. Atualmente, além das atividades de ensino, pesquisa e prestação e serviços à comunidade, é Vice-Prefeito do Campus "Luiz de Queiroz", da Universidade de São Paulo, Membro Titular da Congregação da ESALQ/USP, Membro Titular do Conselho do Departamento de Produção Vegetal da ESALQ/USP, Membro Titular e Vice-Presidente da Comissão de Administração, Orçamento e Patrimônio da ESALQ/USP. (16/09/2005)62006 (Texto informado pelo autor)

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Sua majestade, o currículo

08/08/2013 fonte: Canal RH
por Ana Paula Martins e Fabiano Lopes

Em épocas de Linkedin, redes sociais e sites voltados para a busca de empregos, o currículo segue soberano. “Ninguém tira a majestade dele. Independentemente da maneira como o recrutador chegou ao candidato, ele irá solicitar em algum momento o currículo para a análise”, afirma Meiry Kamia, mestre em Administração de Empresas e consultora Organizacional. Não existe fórmula mágica para preparar um currículo eficiente. Ter bom senso e reunir as informações com clareza é o segredo, afirma Vânia Cozzolino, diretora comercial da Talent Group, especializada em recrutamento e seleção.
Não mentir – em hipótese alguma - é a lição mais importante para montar o currículo, segundo especialistas. Fernando Paiva, gerente da Hays, consultoria também focada em recrutamento, explica que a mentira mais comum é sobre a fluência no inglês. “Muita gente acredita que essa é a primeira peneira e, por isso, exagera nessa habilidade para ao menos ser convocado para a entrevista”, diz. “A verdade é que, para muitos cargos, um inglês de nível médio é mais do que suficiente”, afirma ele. Para Vânia, da Talent, ser honesto é a melhor saída, sempre. “Bons recrutadores costumam checar informações sobre cursos, certificações e idiomas”, aponta.
Cezar Tegon, presidente da Elancers, endossa o coro contra as inverdades. “Caso consiga a vaga, o profissional deverá manter a mentira, o que é praticamente impossível e macula sua imagem”, defende. Omitir informações como datas em que permaneceu nos empregos anteriores, idade e instituição na qual estudou também é, segundo Tegon, uma péssima ideia. “O recrutador vai descobrir esses dados de outra forma e, aí, resgatar a confiança dele vai ser muito mais complicado”, destaca.
Parágrafos curtos 
Evitar transformar o currículo em autobiografia é outro ponto importante, já que muitas pessoas ainda julgam a quantidade de páginas um diferencial. “O currículo deve ser conciso e objetivo. Quando ele tem mais de duas páginas, o recrutador entende que o candidato não foi capaz de priorizar as informações mais importantes”, explica Vânia. Outra dica importante, de acordo com a especialista, é redigir parágrafos curtos, com cerca de duas linhas cada, e nunca utilizar abreviaturas ou códigos, que prejudicam a compreensão. Tegon alerta ainda para a importância de não colocar cursos fora do contexto profissional. “Legal que o candidato tenha feito algum curso como hobby, isso pode até surgir em uma entrevista e mostrar o quanto ele é eclético, mas inserir esse dado no currículo, jamais”.
Para a consultora Meiry, o hábito de enviar o mesmo currículo para diversas empresas não funciona. “É preciso que o documento seja elaborado de acordo com a vaga que se almeja”, afirma. É fundamental que o candidato tenha um objetivo e a partir dele busque vagas que condizem com essa meta, colocando no papel as competências e experiências que demonstrem que ele é a pessoa certa para alcançar essa possível vaga. “Enviar currículos para todo o tipo de oportunidade demonstra desespero, tem que ter foco”, recomenda. 
Outro cuidado muito importante é evitar erros de ortografia e gramática. “Erros como grafia e digitação são fatais para pretensões em qualquer empresa. Além disso, gerundismo, concordâncias nominais e verbais equivocadas também são muito comuns, até mesmo para candidatos de nível gerencial”, diz Vânia, da Talent. Para evitar erros básicos, além de atenção redobrada, Tegon, da Elancers, recomenda a utilização do corretor ortográfico. “Esse tipo de erro causa impressão de formação deficiente e evidencia falta de cuidado na elaboração do documento”, afirma.
Apresentar resultados alcançados sem nenhuma objetividade, como citações do tipo “responsável pela redução dos custos” ou “responsável pela melhoria da qualidade nos processos”, não impressionam, afirma Vânia. “Se você quer apresentar seus resultados, demonstre com fatos quantitativos”, explica. Para ela, exageros na formatação e no layout também podem comprometer a avaliação do currículo. “Fuja dos papéis perfumados ou coloridos e entenda que não há necessidade de anexar foto ao currículo - a menos que esteja se candidatando a uma vaga de modelo ou a alguma outra para a qual a imagem é essencial - e não coloque data de emissão, para evitar que o documento pareça velho”, destaca.
Incluir pretensão salarial ou os benefícios que gostaria de receber da futura empresa também não é recomendado. “Deixe informações dessa natureza para serem discutidas no momento oportuno, durante a entrevista”, recomenda Vânia. Dados como número do CPF, do RG e da carteira de motorista também devem ser evitados. “Eles serão solicitados futuramente. Você está enviando apenas seu currículo e não abrindo uma linha de crediário”, finaliza Tegon.
Dicas úteis
- Utilize a metade da primeira página do currículo para citar as principais conquistas e  habilidades.
- No início do currículo, inclua apenas nome, endereço (bairro, cidade e estado), telefones para contato (residencial e celular) e e-mail.
- Seja claro quanto ao objetivo, de forma consistente.
- Descreva as experiências profissionais em ordem cronológica: da atual para a mais antiga.
- Não exagere no detalhamento das atividades. Inclua o que fez e mostre os resultados, mas de forma muito objetiva.
- Tenha foco: evite encaminhar o currículo para múltiplas vagas.
- Não insira contatos de antigos gerentes como referência. Ninguém gosta de ser incomodado sem ser avisado previamente
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Feira de Adoção de Cães e Gatos


Neste sábado, o Grupo de Controle de Animais Abandonados no Campus (GCAA), ligado à Prefeitura doCampus USP "Luiz de Queiroz" (PUSP-LQ), promoverá a Feira de Adoção de Cães e Gatos, animais abandonados no Campus com diversas idades e ambos os sexos.Feira de Adoção de Cães e GatosData: 10 de agosto (sábado)Horário: das 9h às 16hLocal: estacionamento ao lado do Edifício CentralInformações pelo e-mail gcaa@usp.br .

quarta-feira, 19 de junho de 2013

INVEJA, EU? Por Meiry Kamia

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Por Meiry Kamia

Quem nunca fez ou foi vítima de fofoca no trabalho que atire a primeira pedra! Pois saiba que a fofoca é uma das máscaras da inveja.

Convivemos há tantos anos com a inveja que não conseguimos detectá-la e chegamos a nos iludir de que não sofremos desse mal. Entretanto, a inveja nos acompanha desde o nascimento, mas começa a tomar uma proporção maior na idade escolar.

Segundo o dicionário Aurélio, inveja é o “desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem. Desejo violento de possuir o bem alheio”. Portanto, a inveja só pode ocorrer na comparação do eu com o outro.

É por isso que o ambiente competitivo é favorável ao desenvolvimento da inveja. Na escola, além de ler e escrever, aprendemos a competir pela melhor nota, pelo melhor desempenho e, mais tarde, no ambiente de trabalho, pelo melhor salário, melhor carro, melhor casa, etc. O mundo competitivo alimenta a inveja e nem sempre prepara o homem para a vida.

A inveja traz sentimentos negativos de inferioridade e baixa auto-estima. Ao nos compararmos o tempo todo com o que está fora, perdemos a referência das características positivas que temos.

Como o invejoso não pode ter o que é do outro, ele destrói o que é do outro através de pensamentos, palavras e ações. Ex.: “fulano é rico, mas é feio!”. “Ciclano é inteligente, mas é pobre”. “fulano tem um carrão, mas está cheio de dívidas”. O invejoso se auto vangloria com elogios falsos para compensar o mal estar, e estão sempre menosprezando, falando mal e criticando aqueles que invejam.

Outro exemplo de mecanismo é a pessoa que inveja a calma e a inteligência de outrem. Ela ataca o outro até que o “tira do sério”. Desta forma, ela consegue tirar a calma do outro e faz com que o outro tenha comportamento nada inteligente. 

A inveja também pode afetar os comportamentos sociais. Ex.: “eu não vou à festa porque só tem gente metida lá, e eu odeio gente metida!”. O que está por detrás da aversão à festa é o medo de ser desmascarado. Então, justifica o medo da exposição desvalorizando o evento social e as pessoas que lá estão. 

A inveja possui diversas máscaras. Veja alguns exemplos de como a inveja se manifesta no ambiente de trabalho:

  • Máscara da FOFOCA: o fofoqueiro, ao invés de se esforçar para crescer e progredir, prefere denegrir os outros para compensar a sua índole e ociosidade.
  • Máscara da LAMENTAÇÃO: percebe-se como “o azarado”, sente que nunca é reconhecido pelo trabalho. Uma fala muito comum do lamentador é a comparação, ex.: “Você viu o Pedrinho, como tem regalias aqui? Ele entrou aqui há poucos meses e já é coordenador! E eu? Que estou aqui há mais de 5 anos não consegui nada até agora.”
  • Máscara da HIPOCRISIA: apresenta-se sorridente e afetuoso, com palavras amáveis, entretanto, desencoraja o crescimento alheio. Ex.: “se eu fosse você, eu não correria o risco de falar com o chefe sobre esse assunto. Eu mesmo já vi vários casos de pessoas que, quando foram falar sobre promoção, foram logo demitidas”.
  • Máscara da PIEDADE: mostra-se manso e humilde, entretanto, menospreza o esforço alheio. Ex.: “é, o coitado é novato mesmo, chega cheio de gás, cheio de vontade, mas a hora que ele perceber como as coisas funcionam aqui, quero ver para onde é que a alegria dele vai”.
  • Máscara da MELANCOLIA: muito parecida com a máscara da lamentação, a diferença é que a melancolia cai mais para a baixa auto-estima enquanto que a lamentação coloca a culpa na situação ou em outras pessoas. Ex.: “eu me sinto tão burra, sabe? Ele não, ele é tão extrovertido, tão simpático, tão animado, e eu... eu sou tão murcha...”
  • Máscara do COMPETITIVO: perceptível não apenas por meio das palavras, mas também por meio de comportamentos consumistas. A máxima - “Tem gente que gasta o que não tem, para comprar o que não precisa e mostrar para quem não gosta” - fala por si só!
  • Máscara do SENSATO: denigre a imagem alheia mostrando o quanto o outro é insensato. Ex.: “Se eu tivesse metade do que ele tem, eu estaria feliz!”.

Como lidar com a própria inveja?
A única forma de combater a inveja é freando os impulsos comparativos, olhar para si mesmo e aceitar-se (gostar de si mesmo) como realmente é.

Quando deixamos de nos comparar aos outros e passamos a nos observar, a auto-estima tende a aumentar porque nos permitimos observar o quanto estamos melhorando em diversos aspectos.

O que fazer quando a inveja impera na equipe?
  • Tente retirar o mecanismo comparador do foco principal da pessoa em questão, trazendo para discussão o comportamento da própria pessoa. Mostre que a comparação não agrega em nada, não ajuda nem a equipe crescer e nem ela mesma. 
  • Dê-lhe feedbacks. O invejoso é inseguro de si mesmo porque não se conhece. Olha tanto para o outro que perde a referência de si mesmo. Mostre a ele os pontos positivos e os pontos que ainda precisa melhorar.
  • Ajude-o a criar um ideal de vida. O melhor remédio contra a inveja é conhecer o sentido da própria existência e sentir prazer em coisas simples. Incentive-o a ir ao cinema, ao teatro, a ler livros inspiradores, poesias, romances, etc.

MEIRY KAMIA - Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: www.meirykamia.com; contato:contato@meirykamia.com
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terça-feira, 11 de junho de 2013

Como convencer seu chefe de que você merece ser promovido

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Conhecer as necessidades do cargo desejado e identificar suas reais competências são alguns dos aspectos fundamentais para obter uma promoção
Por Geovana Pagel
22 de Maio de 2013
Muitos profissionais possuem a ideia equivocada de que uma promoção está nas mãos apenas dos líderes. Existem formas bastante eficazes de crescer, mesmo em um ambiente altamente competitivo. De acordo com a psicóloga e consultora de treinamento e desenvolvimento de pessoas, Meiry Kamia, os pontos principais para ascender profissionalmente são: gostar do que se faz e saber o que quer. "São importantes porque são pontos motivacionais. Motivação é a energia desprendida para a realização de alguma meta/atividade. Portanto, quanto mais clara for sua meta profissional, maior será o seu engajamento no processo", afirma.
Confira algumas dicas para serem realizadas no dia a dia de trabalho:

• VISTA A CAMISA: mostre que seu interesse em crescer não se resume apenas ao salário. Envolva-se no processo da empresa e trabalhe como se a empresa fosse sua. Comprometer-se significa se importar e se responsabilizar pelos resultados. Isso não significa que tenha que fazer hora extra todos os dias, longe disso! Significa agir de forma eficaz, na hora certa e da maneira correta.

• MOSTRE VERSATILIDADE: em um cenário tão competitivo e dinâmico, ser flexível, saber se adaptar e realizar diferentes tarefas são diferenciais importantes para qualquer profissional que deseja crescer.

• PREPARE-SE: conheça as necessidades do cargo que deseja e saiba quais competências são necessárias para realizar com maestria as novas funções. Invista em cursos, se a empresa não pagar, pague do seu próprio bolso. Lembre-se das competências emocionais, líderes utilizam 20% de competência técnica e 80% de competências emocionais. Portanto, se quer crescer, aprenda a lidar com pessoas.

• MOSTRE QUE ESTÁ PREPARADO: tenha inciativa. Seja proativo. Dê sugestões de melhoria. Peça para que deleguem funções a você. E, principalmente, execute com maestria as tarefas com as quais se compromete. Fale e faça! A coerência entre o que você pensa de si mesmo, o que fala de si mesmo e o que faz é o que te dará o auto-respeito e auto-confiança necessários para assumir um desafio maior.

• COMPARTILHE SUAS METAS COM SEU CHEFE: fale com seu chefe sobre seus planos, para que vocês possam pensar juntos qual o melhor caminho e momento. Ele pode ser seu mentor nesse processo. Se não for possível ter esse grau de confiança com seu próprio chefe, eleja outro que possa ser seu mentor. Ele poderá orientá-lo sobre quais competências você ainda precisa desenvolver e te dar feedbacks de tarefas que vem realizando.

• SEJA PRESTATIVO COM COLEGAS: ser popular não significa ser o “puxa-saco” e sim a pessoa em quem se pode confiar. Trate bem seus colegas, mostre que você está lá para ajudar, seja apaziguador e traga um clima positivo com sua presença. Assim você estará fortalecendo o seu marketing pessoal, entenda o marketing pessoal como a imagem que as pessoas têm de você e não a imagem que você imagina que cria de si mesmo.

• SEJA HUMILDE: o grande vilão das pessoas ambiciosas ocorre quando o orgulho se torna exacerbado, o que pode levar à arrogância. A humildade ajuda a manter-se no processo sabendo que ainda tem muito a aprender, que mesmo fazendo melhor do que os outros, não é motivo para desmerecer o esforço do outro. Foque em si mesmo e em suas metas. Agradeça sempre as oportunidades e quando surgirem as dificuldades, pense: “o que estou aprendendo com isso?”.

• APENAS EM ÚLTIMO CASO: se você fez tudo isso, e mesmo assim percebe que a empresa não tem condições de te promover, ou não há como crescer, aí sim você pode pensar em buscar outro emprego. E, se esse for o caso, com certeza, haverão muitas empresas que precisarão de um talento como você!
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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Transição na PUSP-LQ

As 16:00 hs do dia 02 de maio de 2013 no prédio da administração da ESALQ aconteceu  a cerimônia oficial de posse do nosso novo Prefeito Prof. Dr. Fernando Seixas.  
Eleito pelos membros do Conselho Gestor do Campus como primeiro colocado na lista tríplice em 15/04/2013 e confirmado pelo  Magnífico Reitor em 20/04/2013 o Prof. Fernando inicia o seu desafio, para o qual, vem se preparando desde que assumiu a função de vice prefeito a  pouco mais de 2 anos. 
Prof. Fernando Seixas em seu discurso de posse, agradeceu ao Prof. Wilson, a sua família, ao Conselho Gestor que o escolheu e ao Reitor Prof. Dr. João Grandino Rodas pela confirmação de seu nome, e reforçou estar preparado para o desafio que se inicia. 
 A cerimônia contou com a presença de ex prefeitos e diversas autoridades, dentre elas o Prof. Dr. José Vicente Caixeta Filho, Diretor da ESALQ que também fez seu pronunciamento desejando sucesso ao novo prefeito, bem como, agradecendo ao Prof. Dr. Wilson Roberto Soares Mattos, que deixando a função de Prefeito de nosso Campus assumiu um novo desafio de ser Assessor do Magnífico Reitor. 
 Observados pelo Prof. Dr. Antonio Vargas de Oliveira Figueira, Presidente do Conselho Gestor e Diretor do Centro de Energia Nuclear na Agricultura o Professor  Fernando auxilia  o Prof.  Wilson no descerramento da foto oficial de seu mandato.
Acima o Prof. Wilson Mattos em um discurso emocionado, agradeceu ao Prof. Fernando e aos funcionários da Prefeitura que o acompanharam em seus 4 anos de mandato. O Blog da Qualidade deseja sucesso ao nosso novo Prefeito e ao Prof. Wilson em seus novos desafios.  

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Feira de doação de cães e gatos


Neste sábado, o Grupo de Controle de Animais Abandonados no Campus (GCAA), ligado à Prefeitura doCampus "Luiz de Queiroz" (PUSP-LQ), promoverá a Feira de adoção de cães e gatos, onde poderão ser adotados animais abandonados no Campus.
Feira de doação de cães e gatos
Data: 4 de maio (sábado)
Horário: das 9h às 16h
Local: estacionamento ao lado do Edifício Central

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Prof. Dr. Fernando Seixas indicado para a PUSPLQ


A Prefeitura do Campus USP “Luiz de Queiroz” informa que o

Prefeito
Prof. Dr. Fernando Seixas foi indicado pelo Magnífico Reitor para exercer a
função de Prefeito de Campus USP “Luiz de Queiroz”, conforme publicação
no Diário Oficial do Estado, em 20.04.2013. (fonte PUSP-LQ)

FERNANDO SEIXAS CONCLUIU O DOUTORADO EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES [S.CARLOS] PELA UNIVERSIDADE DE SAO PAULO EM 1992. ATUALMENTE E PROFESSOR ASSOCIADO DA UNIVERSIDADE DE SAO PAULO E FOI CHEFE DO DEPARTAMENTO DE CIENCIAS FLORESTAIS ENTRE 2002 E 2006. PUBLICOU 39 ARTIGOS EM PERIODICOS ESPECIALIZADOS E 35 TRABALHOS EM ANAIS DE EVENTOS. POSSUI 3 CAPITULOS DE LIVROS E 1 LIVRO ORGANIZADO. PARTICIPOU DE 5 EVENTOS NO EXTERIOR E 27 NO BRASIL. ORIENTOU 5 DISSERTACOES DE MESTRADO E CO-ORIENTOU 1, ORIENTOU 2 TESES DE DOUTORADO E CO-ORIENTOU 1, ALEM DE TER ORIENTADO 7 TRABALHOS DE INICIACAO CIENTIFICA NA AREA DE RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTAL. RECEBEU 13 PREMIOS E/OU HOMENAGENS. ATUA NA AREA DE RECURSOS FLORESTAIS E ENGENHARIA FLORESTAL, COM ENFASE EM COLHEITA FLORESTAL. EM SUAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS INTERAGIU COM 44 COLABORADORES EM CO-AUTORIAS DE TRABALHOS CIENTIFICOS. EM SEU CURRICULO LATTES OS TERMOS MAIS FREQUENTES NA CONTEXTUALIZACAO DA PRODUCAO CIENTIFICA, TECNOLOGICA E ARTISTICO-CULTURAL SAO: COLHEITA DE MADEIRA, MECANIZACAO FLORESTAL, MAQUINAS FLORESTAIS, ERGONOMIA, COMPACTACAO DO SOLO, TRANSPORTE DE MADEIRA, TRANSPORTE FLORESTAL, ENGENHARIA FLORESTAL, ESTRADA FLORESTAL E EXPLORACAO FLORESTAL. fonte: Plataforma Lattes  

Certificado pelo autor em 25/03/2013

terça-feira, 9 de abril de 2013

10 atitudes proibidas no trabalho em equipe

Especialistas enumeram os principais equívocos que os profissionais podem cometer e comprometer os resultados de toda a equipe
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São Paulo – A máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional.
É que a capacidade de trabalhar bem em equipe tem sido uma das habilidades comportamentais mais valorizadas pelos recrutadores. Por isso perguntas com foco nesta competência são frequentes nas entrevistas de emprego.
“É muito importante porque uma equipe ruim pode destruir uma empresa”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Aumento de custos, erros constantes são alguns dos prejuízos ocasionados por uma equipe que não trabalha bem junta.
Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais são os principais erros que os profissionais cometem e que podem comprometer todo o trabalho de uma equipe. Confira:

1 Ser inflexível e não transparente na comunicação
“Um dos principais erros é a pessoa se comunicar da mesma forma com todo mundo”, diz Marcia Rezende, diretora do Instituto de Thalentos. Conforme ela explica, comunicar-se bem não é simplesmente falar bem. “É preciso ter flexibilidade na comunicação e vontade de compreender o outro”, explica.
“É algo relacionado à empatia. Se uma pessoa é mais delicada o ideal é ser mais sutil na comunicação, com alguém mais focado em fatos e dados é melhor ser mais objetivo”, diz Meiry.
A transparência também é palavra de ordem no trabalho equipe. “É importante que a equipe saiba quais são as condições e as limitações do seu trabalho”, diz Márcia.
2 Não alinhar o objetivo
Cada participante tem uma meta individual. Um quer ganhar dinheiro, outro está em busca de reconhecimento profissional ou de uma promoção. Mas se essas pessoas não encontram um objetivo em comum que mova a equipe, todo o trabalho pode ser comprometido, segundo Marcia. “Uma equipe desalinhada custa para a organização”, diz.
Isso acontece uma vez que o trabalho em equipe só funciona quando os participantes têm um objetivo em comum. “Em neurolinguística é o que chamamos de metaobjetivo, está acima dos objetivos pessoais”, diz a especialista.
3 Comprometimento zero
Um participante não comprometido vai prejudicar os resultados atingidos por toda a equipe. “Sem valores e objetivos alinhados, a chance de faltar comprometimento é alta porque o trabalho precisa fazer sentido para o profissional”, diz Marcia.
4 Falta de planejamento e de respeito a prazos
Sem participantes focados e com planejamento nenhuma equipe vai para frente. É importante que as prioridades sejam dadas e que cada um saiba muito bem qual o seu papel dentro da equipe e siga à risca o que foi definido, na opinião de Márcia. “É preciso saber o que é urgente, o que é prioritário e respeitar os prazos”, diz a especialista.
5 Criticar um participante na ausência dele
Descontente com a atitude de um dos colegas de equipe, o profissional reclama dele para as outras pessoas. Pode até parecer inofensivo, mas não é, segundo Meiry. “Gera um mal estar tremendo”, diz a consultora. “Falar diretamente é muito melhor porque reduz a interferência e dá a chance de a pessoa receber um feedback sobre as suas ações”, explica.
6 Desvalorizar o trabalho do outro
Em mercados cada vez mais competitivos, a tendência é valorizar demais o trabalho individual dentro da equipe e ignorar ou desvalorizar o esforço dos outros participantes. “Com a competitividade como pano de fundo, este é um erro comum”, diz Meiry. Lembre-se de que uma postura assim transmite a imagem de arrogância.
7 Não assumir erros
Certamente uma pessoa assim já deve ter cruzado o seu caminho. Ótimos em apontar o dedo e denunciar o erro alheio e péssimos na hora de assumir seus próprios equívocos. “Se alguém da equipe erra, o certo seria que o erro fosse encarado como sendo de todos, mas infelizmente a realidade não é essa”, diz Meiry.
8 Ignorar as regras estabelecidas pela equipe
Respeito às diretrizes é essencial, mas nem todo mundo faz isso. “Muitas pessoas acabam ignorando as regras e fazendo as coisas do jeito que elas acham melhor”, diz Meiry.
A resistência geralmente está ligada à adoção de novos processos, procedimentos e sistemas. “As pessoas têm dificuldade em se adequar”, dizMeiry.
9 Desequilíbrio emocional
Tomar feedbacks negativos como perseguição pessoal, melindrar-se diante de críticas construtivas, perder a calma e apelar para gritos e grosserias. Estes sintomas podem indicar que o profissional peca em relação ao equilíbrio emocional, segundo Meiry.
Além de ser prejudicial ao andamento do trabalho de toda a equipe, há o risco de essa pessoa acabar isolada.
10 Não aceitar as diferenças
Entender que a heterogeneidade de uma equipe é um aspecto a ser valorizado nem sempre é comum. “Entender e respeitar as diferenças é essencial, mas muita gente quer moldar as pessoas de acordo com seu ponto de vista”, diz Meiry.
É claro que os embates vão acontecer, mas tentar entender os outros é o caminho correto na hora de solucionar conflitos e construir alianças. “Negociação é fundamental”, lembra Márcia.