sexta-feira, 5 de setembro de 2014

AÇÃO COMUNITÁRIA NO PARQUE

AÇÃO COMUNITÁRIA NO PARQUE

Convidamos a Comunidade do Campus a se engajar em ação solidária com o objetivo de

varrer as áreas principais deste Campus, no próximo dia 05 de setembro (sexta-feira).

Programação das atividades:

7h00 às 7h30: reunião dos participantes em frente ao Centro de Vivência

7h30: deslocamento das equipes aos locais de atuação

11h00: horário previsto para finalização dos trabalhos

Os interessados devem se inscrever na sede do USP RECICLA, Colônia Central, casa 05 até o

dia 04 de setembro, das 8h00 às 17h00 ou pelos contatos abaixo.

Àqueles que tiverem vassoura de piaçava, pá, luvas, por gentileza, levá-los.

Recomendamos o uso de sapatos fechados, boné e protetor solar.

Desde já agradecemos e contamos com a sua participação!

Maiores informações e inscrições:

USP Recicla: e-mail: recicla.esalq@usp.br - Fone: 3429-4181/4121

Serviço de Áreas Verdes e Meio Ambiente: 3429-4480

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Veja quem são os puxadores de tapete na empresa (fonte UOL Economia Empregos e Carreiras)

É natural que o ambiente corporativo favoreça algum tipo de competição entre os profissionais, mas o que fazer quando o limite é extrapolado e o único foco do colega de trabalho é te prejudicar?
De acordo com o headhunter do site Recrutando.com, Luiz Pagnez, vários tipos de sentimentos podem levar um profissional a prejudicar o outro, consciente ou inconscientemente. Para ele, qualquer um está sujeito a isso, tanto os funcionários novos como os veteranos.
"Inveja, ciúme, medo, sentimento de inferioridade ou uma competitividade desequilibrada fazem certos profissionais quererem diminuir seus colegas para poder se destacar", afirma.
O headhunter explica que nem sempre existem sinais muito claros, mas a principal arma para os "puxadores de tapete" é a fofoca. Uma mudança súbita no modo com que seu chefe te trata pode ser um indicativo de que algo está acontecendo.
"Essas mudanças podem ser sutis, desde a forma como ele te cumprimenta até perda de tarefas, responsabilidades ou atividades que são repassadas para outros colegas sem nenhuma explicação aparente", afirma Pagnez.

É um erro fingir que nada acontece ou atacar o colega 

Para o especialista, os dois extremos são um erro: fingir que nada está acontecendo (e achar que a empresa nunca vai acreditar em uma avaliação ruim que façam de você) ou reagir exageradamente atacando o outro colega de trabalho.
O modo como se deve reagir a essa situação depende da cultura da empresa e do estilo de liderança de seu chefe. "Se a empresa incentivar a competitividade ao invés do espírito de equipe, se queixar pode até ser pior, pois os puxadores de tapete são muito bons também em se fazer de vítima".
"O melhor é ter sempre seu trabalho em dia, entregar resultado para a empresa e buscar avaliação constante. Um diálogo frequente com seu chefe ajuda a evitar mal-entendidos e fofocas que possam prejudicá-lo", declara.
Veja quem são os puxadores de tapete na empresa
  • Getty Images
    Invejoso
    Não quer que ninguém seja melhor que ele. Tente elogiá-lo quando apresentar bons resultados e mostrar que ele também faz parte da equipeFoto: Getty Images
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    Medroso
    Tem medo que alguém roube seu emprego. Uma boa conversa de vez em quando, para fazê-lo entender que você não quer derrubá-lo, pode deixar o seu nível de paranoia ou mania de perseguição mais controladosFoto: Getty Images
  • Getty Images
    Nocauteador
    Só se importa em entregar resultado. O foco dele é ganhar a luta sem se preocupar em quem precisará bater. Combine com ele metas claras para que você não fique no seu caminho e acabe sendo nocauteadoFoto: Getty Images
  • Getty Images
    Individualista
    Não sabe trabalhar em equipe e acha que apenas o jeito dele é o certo. Procure dividir bem as tarefas para que seu trabalho não dependa do deleFoto: Getty Images
  • Getty Images
    Mau-caráter
    É o pior de todos e tem prazer em prejudicar os outros. Dificilmente você poderá confiar nele. O melhor é se afastar o máximo possívelFoto: Getty Images

sexta-feira, 14 de março de 2014

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Superando-se sempre!

Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal 
trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu: - 'Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado:'
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais.
Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro,colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, 
e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal.
 Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então, 
voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso.
Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
 Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
-'Por Deus do céu,o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!'
A pessoa respondeu: - 'Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave !!!'
Moral da História:
Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado'
Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Quem conhece os outros é inteligente. 
Quem conhece a si mesmo é iluminado. 
Quem vence os outros é forte. 
Quem vence a si mesmo é invencível

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

“Feira de Adoção de Cães e Gatos”

Neste sábado, o Grupo de Controle de Animais Abandonados no Campus (GCAA), ligado à Prefeitura doCampus USP "Luiz de Queiroz" (PUSP-LQ), promoverá a “Feira de Adoção de Cães e Gatos”, animais abandonados no Campus com diversas cores, idades e ambos os sexos. Para conhecer antecipadamente os animais, acesse http://www.pusplq.usp.br/gcaa .

“Feira de Adoção de Cães e Gatos” Data: 7 de dezembro (sábado)
Horário: das 9h às 16h
Local: estacionamento ao lado do Edifício Central da ESALQ 
Informações pelo telefone 3429.4596 e pelo e-mail 
gcaa@usp.br .

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

PROBLEMAS QUE NÃO DEVEM SER LEVADOS À CHEFIA



Meiry Kamia
Solucionar problemas faz parte do rol de comportamentos necessários no cotidiano de trabalho. Entretanto, muitas dúvidas surgem quando o assunto está relacionado à chefia. Muitos profissionais se preocupam em levar muitos problemas para os chefes com receio de serem tachados de dependentes demais e “queimarem” sua imagem profissional.
Essa preocupação é pertinente. A chefia está sempre de olho na postura dos seus colaborares e em suas capacidades de tomarem decisões e responsabilizarem-se pelos resultados. Alguns colaboradores acabam pendendo para o extremo oposto, não solucionando o problema, ou não pedindo ajuda, mesmo quando ela é necessária. E isso também não é positivo. Então qual é o limite? Que tipos de problemas devem ser levados ou não levar à chefia?
Compreender o processo da empresa gera acertos na hora de decidir se o problema deve ser ou não compartilhado com a chefia. Problemas considerados importantes, e que devem ser levados à chefia, são aqueles que afetam o bom andamento da empresa e solucioná-los envolvem mudanças nos processos, impacto em outros departamentos ou que geram custo. Conhecer como a empresa funciona evita que funcionários com boas intenções tomem decisões precipitadas, e realizem mudanças que acabam trazendo ainda mais problemas para a empresa.
Uma boa dica é: antes de levar o problema para o chefe pense em 1 ou 2 soluções para oferecer, além de mostrar proatividade, esse hábito treina sua capacidade de pensar de forma estratégica, prevendo as consequências de suas ideias.
Agora seguem algumas dicas do que não deve ser levado para a chefia:
  • Evite valorizar o problema em busca de reconhecimento: alguns funcionários tendem a aumentar o problema com o intuito de valorizar sua ação na solução do problema. Anunciam e repetem diversas vezes como o problema aconteceu e o que ele fez para solucioná-lo. Saiba que os chefes baseiam-se nos comportamentos do dia-a-dia. Para ser realmente reconhecido como um “solucionador de problemas” é necessário que esse comportamento seja um hábito para você e não algo que se faz ocasionalmente. O Marketing Pessoal está na marca que você deixa por onde passa, na forma como você executa seu trabalho. Você não precisa falar sobre seus louros, você só precisa entregar bons resultados. Deixe que seus colegas falem sobre as suas vitórias. O peso da opinião de terceiros é sempre maior.
  • Evite levar problemas com colegas de trabalho: falar mal de colegas para o chefe não pega bem. Mesmo quando você o faz com as melhores das intenções. Alguns funcionários assumem a posição de “olheiros”, controlando o horário de chegada e saída dos colegas de trabalho, ou a forma como o colega está executando o trabalho, ou mesmo problemas de embate pessoal, etc. Na maioria das vezes, esse comportamento soa como fofoca. Problemas relacionados aos colegas de trabalho só devem ser levados à chefia quando afetam a ética, e que tragam prejuízos à empresa, como é o caso de roubo de equipamentos, fraudes, etc.
    falar mal de colegas para o chefe não pega bem. Mesmo quando você o faz com as melhores das intenções. Alguns funcionários assumem a posição de “olheiros”, controlando o horário de chegada e saída dos colegas de trabalho, ou a forma como o colega está executando o trabalho, ou mesmo problemas de embate pessoal, etc. Na maioria das vezes, esse comportamento soa como fofoca. Problemas relacionados aos colegas de trabalho só devem ser levados à chefia quando afetam a ética, e que tragam prejuízos à empresa, como é o caso de roubo de equipamentos, fraudes, etc.
  • Evite levar problemas familiares: comentar sobre problemas com filhos, separações, etc, não é visto como algo positivo, porque normalmente quando isso acontece é para justificar um mau desempenho no trabalho. O problema não é a questão pessoal em si, pois todos estão sujeitos a enfrentar graves problemas particulares, a questão maior nesse caso é a tendência à vitimização. Alguns funcionários desavisados acreditam que o fato de passarem por problemas pessoais justifica um mau desempenho no trabalho.
MEIRY KAMIA – Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: http://www.meirykamia.com; contato:contato@meirykamia.com